7 de maio de 2011

Libélulas Assassinas


Primeiramente, desculpem o meu repentino abandono para com o blog e com vocês, caros leitores, mas não tenho tido tempo o suficiente para me concentrar em novos posts ultimamente.

Enfim. Eu iria falar sobre o XVI Projeto Sócio Cultural - que ocorre todos os anos em nosso colégio desde 1995 -, mas há alguns dias ocorreu um fato um tanto esquisito em sala de aula que está martelando em minha cabeça para postá-lo aqui desde então.

Não me recordo ao certo da data, mas o dia era uma Terça-Feira e estávamos no meio da aula de Derivaldo Nicomedes, ou simplesmente Deri, nosso professor de Química. A aula estava correndo às "mil maravilhas" com cálculos, teorias, medidas e tudo o que a Diluição de Soluções tinha direito. E então, de repente, eis que surge uma criatura extremamente bizarra para pavor de muitas (sim, no feminino mesmo) e diversão de outros: a terrível Libélula!
É... pois é, um animalzinho medindo pouco mais de 5cm conseguiu despertar nojo, medo e desespero em grande parte da turma. Tudo bem que que a turma não é tão grande assim e a maioria só conseguiu uma desculpa para fugir do foco da aula - como se precisasse -, mas foi hilário ver Camila se escondendo embaixo da mesa e Bianca fugindo descontroladamente da sala como se lá dentro estivessem o Jason e o Jack Estripador prontos para atacar a todos.
Tenho certeza de que só eu estava preocupada com a vida da libélula.

O final todos já esperavam: a coitadinha morreu. E foi uma morte trágica; atravessou o ventilador de parede e perdeu a metade de baixo do corpo (eu sabia que isso irira acontece, pedi tanto pra o desligarem...).
No dia seguinte, ela, ou melhor, a metade que restou ainda estava presa no mesmo lugar onde haviamos deixado. Resolvi tirá-la de lá antes que religassem o ventilador e a coloquei num copo descartável que tinha roubado da sala dos professores. Fiquei alguns minutos sem saber o que fazer com ela até que tive a "brilhante idéia" de enterrá-la no gramado no horário do intervalo, e para isso pedi a ajuda de Matheus que aceitou prontamente.

Muita gente estranhou o nosso feito e teve quem duvidasse disso, mas eu achei que o pobre inseto merecia um enterro digno devido ao seu injusto falecimento.

Nenhum comentário:

Postar um comentário